terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O Zé Vai Virar DVD!

Difícil escrever saltitando, mas é que não tamo cabendo em nós. A alma vai voar pela boca, vai sair por aí.

Acontece que, depois de todos esses anos peleando só com o cabo do facão, contando com os amigo, pedindo emprestado, devolvendo quase sempre, emprestando, usando o nosso tempo e o das pessoas, tirando leite de pedra e tudo mais, eis que vai pingar uns cobres!

Nosso projeto,  capitaneado pelo João Kanieski, esse anjo, de fazer um DVD do Geringonça Apresenta o Zé foi aprovado no FAC (Fundo de Apoio à Cultura, do governo estadual), e termos 25 mil reais (de novo: 25 mil reais) para fazer a maior lindeza que conseguirmos, e colocar em mil discos de plástico e distribuir pras pessoas e zaz, zaz...

Só quem sabe a falta de recursos que a cultura tem enfrentado é que pode avaliar a diferença que esse troco faz.


Pensa nisso aí, só que em HD, e se mexendo, e fazendo barulho!


E aproveitamos esse comunicado (eufórico) pra reafirmar o que dissemos no corpo do projeto: nenhum centavo será guardado, ou desperdiçado, ou irá para as mãos dos grandão: nosso compromisso é empregar essa verba na produção independente santamariense, nas pessoas que tem a arte e a disposição e que estão sempre, como nós, fazendo por amor.

Queremos que esse dinheiro, que é público, frutifique em equipamentos e aperfeiçoamentos técnicos pra esses Zés que vem gastando seus lápis, cabos, câmeras, costas e fezes (plural de fé, que precisa muita) pela arte na cidade.

Assim, vamos fazer de tudo pra que, pelo menos essa parte do suor das pessoas - o suor das pessoas fabrica o dinheiro público - se transforme em benefícios para a cena artística, autoral e independente da nossa Boca do Monte.

E nós, Zés da Geringonça, que hoje estamos nos sentido um Roberto Carlos cada, também reconhecemos uma vitória: parir O Zé, como já dissemos, foi uma odisséia. Mas ele está sendo muito agradecido e generoso. Em breve, é nóis na tela, nos braços do povo! Segura!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Toma-lhe zueira!

Fazer a Geringonça às vezes lembra ser de circo, ou de teatro: a coisa de apresentar um show "performático" (ui!) costuma exigir uma carga de ensaios maior, e  um foco muito grande, especialmente para fazer aquilo que vai além da música. É a posição no palco - quando a luz te cegar completamente, tu tá no lugar certo, diz a Luiza - o tempo certo pra dizer o texto, a intenção, a entonação, o escambau. Incluindo composição e ensaio das músicas, o processo é trabalhoso mesmo.

Como todos também temos outros empregos, e três dos seis moram fora de Santa Maria, para que o "Geringonça Apresenta O Zé" saísse, precisamos nos afastar do palco. Entre dezembro de 2014 e novembro de 2015, ficamos na surdina, inventando e materializando, construindo o melhor possível com as nossas capacidades. Nos finais de semana, trabalho dobrado. Nos últimos meses, povo andava surrado. Mas veio a estreia, ficou lindão pro nosso gosto, várias gente também elogiaram, a plateia ficou faceira, e a alegria de ter esse show pra oferecer é difícil de dizer.


Foto: Macarena Rodríguez

Só que os onze meses fora das luzes cobraram seu preço. Nesse tempo, até as redes sociais, esse blog, o canal do youtube, tudo ficou meio atirado. Se for ver, lançamos um clipe caseiro (Fio de Algodão) um show completo online (Ao Vivo no Lounge Studio), um clipe (Pharmacê) e três músicas inéditas (Baile de 2053, Vexame e Fósfro), ou seja, nunca sumimos.  Mas a falta do palco abate as criatura, só agora sabemos quanto.  Se a tua arte não vai às pessoas, se o sorriso, a palma, o grito delas não vem, parece que não faz muito sentido, parece que a gente nem é "artista de verdade".


Bastidores do Clipe caseiro "Fio de Algodão". Foto: Carolina Carvalho

Ainda bem que logo veio o mapas da Rua - que estivemos ajudando a pensar e montar ao longo desse recesso, também - e a gente pode lavar a alma naquela gente linda que gritou o já clássico "uuuuuuuuiiaaaaaaaa", e cantou junto com a gente o nosso cancioneiro todo, até umas novas, e de repente a luz se reacendeu. Como é bom ter público, como é bom vê-lo, saudá-lo, abraçá-lo, cheirá-lo. A gente que não deve ser muito bom de cheirar, quando desce do palco. :) 


Geri em ação no "Mapas da Rua". Foto: Carolina Carvalho

E assim, restaurados, fomos ao Rockers, dia 05, comemorar o nosso aniversário de 4 anos de palco, já de má intenção. Como sempre, nos nossos aniversários, a ideia é descer a lenha, tocar umas canções que a gente gosta e que o pessoal possa cantar junto, até que a alma esteja devidamente lavada e a garganta também, por dentro. Dessa vez, caprichamos na hardeira: enfileiramos vinte e seis músicas no repertório, trocamos o violão por uma segunda guitarra e  encarnamos o espírito mais rock'n'roll.

Resultado: cantoria desenfreada, danças magnéticas, interpretações etílicas e bailescas, pés destroncados, dedos calejados, voz em frangalhos - e muito abraço, muito parabéns, muito "ei, que massa".


Geringonça comemorando aniversário de 4 anos no Rockers Soul Food. Foto: Macarena Rodriguez.

Tocamos da 1h30 até mais de 4h da manhã, e depois ficamos lá, até que deu, curtindo esse clima praieiro delicioso que tem o Rockers. A avaliação é "bote massa!". Que coisa buena estar com o povo, que coisa buena comemorar com a galera. 



Foto: Atílio Alencar.


Daqui a pouco  nos vemos de novo, se prepara.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Mil Voltas e Voltas Que Dei...

Pois bem, cá estamos, um ano e meio depois... tanta coisa passou, a gente mudou tanto... não se sinta assim magoado, querido blog. São as fluências de uma vida de experimentações. Um tempo atrás, todo mundo foi deixando seus "sítios" e acompanhando o êxodo geral para o feicebúque, onde tudo era rápido e fácil, qualquer palarra ou foto se transformava em rios de compartilhamentos e likes, e todos interagiam com naturalidade, fluindo, repercutindo, compartilhando. Que aconchego naquela megalópole de avatares: chegamos a pensar que deixaria de existir vida fora daquele lugar.

Mas tudo mudou, como tudo sempre muda: gente demais, postagens demais, conteúdos demais: as timelines não parecem mais calçadas cheias de encontros, mas enormes tobogãs em que bacanices e belezas passam voado em meio aos entulhos de ódio, binarismo, patrulhamento político e moral e outros dejetos. As pessoas se fecharam, deixaram de compartilhar, de declarar, de apoiar: como a mediocridade grita, muita galera que tem o que dizer preferiu adotar o lo-profile e ficar quietinho, só ouvindo as barbaridade.

Virou tanto ruído que a taxa de share virou pó: se você não paga o jabá do Zucka, esquece que teus seguidores te verão. Temos uma página com mais de três mil likes e é bem comum postar e essa postagem não ser vista por 200 pessoas. Só pagando, e a gente não quer, nunca quis, pagar pra gerar conteúdo que já dá lucros para o feice em publicidade associada.

Daí resolvemos voltar, amado e saudoso blogue, como tantos tem voltado aos interiores do mundo real e do virtual. em busca de mais autenticidade. Demorou, mas percebemos que esse bloque é mais que um diário, que uma casinha: ele é a verdadeira cara da Geringonça, onde podemos usar umas linhas sem que isso seja "textão", e portanto ilegível para os transeuntes apressados e viciados em mêmes ou verdades de meia linha.

Aqui, voltaremos  contar das nossas experiências e nossa maneira de ver: aqui deixaremos as nossas alegrias, nossos anseios. Quem vier visitar vai encontrar nesse espaço (amadinho) a nossa versão, sem cortes, do que nos cerca, com toda a história nos posts em ordem, mais as músicas, a ficha técnica, fotos e vídeos, bem bonito e organizado. Um testemunho, enfim, do que fomos e somos, até para nós mesmos. Continuaremos lá na muvuca, para lançar convites, material, e links para esse blogue, que será novamente a nossa casa, e receberá uma reforma bacana nos próximos dias (promessa de blog é foda, mas...).

Aceite nossas escusas, blogue amigo, e não fiques cantarolando sarcasticamente "Ele voltou, o Boêmio voltou novamente", que isso dói tá? Será bom voltar a ter espaço pra dizer, e esperamos que hajam olhos para ficar dois minutos na frente de um texto como esse. Seis pares podemos garantir, talvez um pouco mais. Na sequência já sai um, falando de uma festinha que teve sábado...


quarta-feira, 21 de maio de 2014

E é tudo nosso!

Bom, está lançado o novo EP da Geringonça. As músicas estão lá embaixo do post. Ponha tocar e volte aqui, que a gente quer dizer umas "palarras". 

Fotos: Macarena Rodríguez

As primeiras músicas da Geringonça, como não cansamos de dizer, foram gravadas em Santa Maria, entre 2009 e 2010, no Estúdio Regente, do amigo Joel Franz. Depois, a banda foi a São Paulo, no Midas Studio, para ter a referência de como se faz uma gravação nos moldes do "mainstream", e trazer a bagagem que pudesse. E esse conhecimento teve uma grande utilidade: mostrou que não há magia ou tecnologia extraterrestre. A fórmula é a mesma: boas canções, tocadas direito e gravadas com capricho, soam bem.

Sabendo disso, uma opção se apresentou bem nítida, no começo desse ano: o Leo Mayer, conhecido na cena rock da região por esmerilhar guitarras desde os 3 anos (ou algo assim) nos palcos, como guitarrista do seu tio, o lendário Pylla, e agora trabalhando com competência e conhecimento na produção musical em Santa Maria. Com ele, além dos resultados, uma grande vantagem: ir fazendo aos poucos, um instrumento de cada vez, nas brechas de um calendário complicado, como é o da Geringonça. E assim, em quatro meses, as duas canções se aprontaram, do jeito certo, num registro fiel de duas canções que são muito importantes para a banda:

Bico é da primeiríssima hora, está no repertório desde sempre, aguardando o momento de uma gravação menos corrida, que permitisse um arranjo cheio, com mais instrumentos e com a participação da Flavinha Manda Rima. Pharmacê é de 2012, e foi a primeira música que a Geringonça compôs do nada, todos juntos, desde o começo, e se tornou uma das canções mais pedidas e cantadas  do show. No processo, Daniel Gabardo e Edimílson dias deram um brilho todo especial, com suas percussionices, nas duas músicas. O vocal da Flavinha veio lá de Floripa, numa gravação bacana do Aero Tullio, e encaixou como uma luva.



Com as gravações prontas, haveria que lançar. E, pra essas coisas, a Geringonça tem um compromisso, que é levar as tralhas e chamar o povo para as ruas, ocupar com arte e alegria os espaços que o descaso e a "vida moderna" vão deixando abandonados. Se o EP de 2013 encheu a gare, esse deu a oportunidade de colorir a praça do Mallet, que é um espaço histórico de apresentações culturais, mas que não tem sido lembrado como palco, pelo menos dentro da cena alternativa e roqueira da cidade. Mãos à obra então, e...




Cruzes, quanta gente. Na correria, nem deu pra fazer toda aquela longa divulgação, nem deu pra destacar o quanto o momento é importante para a banda. O evento apareceu nas redes sociais na terça-feira, e como se sabe, eventos de rede social nem sempre se materializam. E tem as questões de clima, de distância, de burocracia... Certamente, os nomes do TUI, do Teatro Por Que Não?, do Ateliê Casa 9, do Polin Moreira e da Guantánamo Groove foram fundamentais para atrair atenção e gente. E o sol lindo, o clima ameno, no domingo que começou brumoso também contam.

Enfim, a praça tomou-se de sorrisos e crianças, e gente bacana e variada, loucos da mesma loucura alegre, revelando que existe, sim, sede de rua, de céu, de vadiar sobre a grama ao som de música. Tudo isso prova que, nos vãos da lógica separante, encaixotante, enclausurante e comercializante de espaço e entretenimento, germina a alegria simples de estar ao ar livre, sem pagar ingresso, sem cobrar cachê.

Pernas de Pau- Teatro Universitário Independente (TUI)

Ação Rupestre dos Neo-Bárbaros- Ateliê Casa 9

Guantánamo Groove

Teatro Por Que Não?

Polin Moreira
Esses eventos surpreendem até os organizadores, e dizem mais do que a tinta e os pixels permitem. A Geringonça está tomada de orgulho e de alma lavada, já começando a confabular a próxima. Quem vem? É tudo nosso!

Mais fotos aqui

Aqui os sons:

quinta-feira, 13 de março de 2014

A felicidade vai desabar sobre os homens- relato sobre o Psicodália 2014

Dá pra saber se a festa foi boa pelo tamanho da ressaca? Ok, nem sempre, porque abstêmios também dançam. Mas as ressacas variadas persistem: a do cansaço físico, a do choque de realidade, a famigerada Ressaca Moral, e as variadas formas de passar do sonho pro feijão, com mais ou menos trauma.

Pois, se a Geringonça atrasa um pouco para falar do Psicodália 2014, é porque o trem de pouso e os freios sônicos estão tendo muito trabalho para parar a nave. Que folia fantástica!

Sendo nascida e criada na cidade, mas formada por gente com as unhas sujas de terra, a Geringonça se sente muito em casa no mato, e sempre que pode, se refugia em Silveira Martins ou Salto do Jacuí pra se reconectar com a Natureza (e fazer zoada sem risco de vizinho e polícia). Dessa forma, a animação era tanta que quase foi necessário mandar os apetrechos de trem para Rio Negrinho -SC. A mesma empolgação levou metade da trupe a chegar um dia antes e dormir do lado de fora do festival, ansiosa e afoita. Mas valeu.

No psicodália, a Geringonça, desde o velhíssimo Grilo Cantor até a novíssima Maitê estiveram mais em casa do que nunca. Acampamento, violão, comida improvisada, piadinhas, o saudável bullying amistoso, gramados, coloridos, coisaradas, é difícil imaginar um cenário melhor para geringoncices.

Na sexta, platéia e muita diversão. Aclimatação instantânea. No sábado, passagem de som, camarim e PALCO! Que baita palco, que baita som, que gente querida, que mágico o abraço do nosso ídolo Tom Zé, e suas palavras de incentivo. Sintam:


A verdade é que, do camarim, se ouvia o urro do povo sob a batuta do Mestre. Assusta um pouco, sim: como manter a energia naquele nível monstruoso, com músicas que a platéia (em geral) não conhece? Mas quem é de Camobi não se entrega. Com o apoio inestimável de uma primeira fila recheada de santamarienses - como agradecer? - e vibrando em 220 volts, a mil graus, já o palco era também casa, já o festivalzão era Concha Acústica e Gare. Difícil é explicar o que é, lá tão longe, o coro cantar, como sempre canta aqui, os primeiros versos de "Florisbela" a plenos pulmões. Pense num arrepio glorioso e líquido. A apresentação passou voando, solta e gostosa, uma delícia, se vista de cima do palco, naquele mar de mãos batendo no compasso. Missão cumprida, com mérito!



Depois, dever de casa feito, foi só se deixar levar pelos miasmas do naturalismo pagão, e fluir/fruir sobre a grama, na companhia bacana de um povo superespecial, desde os acompanhantes/ajudantes, passando pelos vizinhos de acampamento, até a constelação de cidadãos da mata, vagando em torno dos palcos oficiais e extra-oficiais, movidos a música e arte em geral.

Depois de uma experiência dessas, é normal que a vida demore um pouco a assentar, as fotos demorem um pouco a aparecer, os olhos pisquem um pouco até se abrir, e os pés estranhem o asfalto, como os ombros estranham o emprego. Mas a esperança de voltar em 2015, como platéia ou - quem dera! - atração, devolve um pouco do gostinho especial que quem viveu sabe. E acabou chorare, que a vida já voltou aos trilhos, e bora semear alegria nos intervalos do quotidiano.

Bom ano a todos, e Saravá!


Todas as fotos desta postagem são de Macarena Rodriguez, a nossa bela Evinha.




quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Geringonça no Fest Malta 2014!


O interior do estado é uma viage. Bota viage que é o interior do estado. Ele abriga belezas naturais e cidadelas, carrega muita calmaria, muito soja e quase nenhum shopping. 

Lá, na cidade de Sobradinho, acontece nesse fim-de-semana (16 a 19) o Fest Malta 2014. Trata-se de um festival de música bacana e autoral, que além das bandas, traz teatro e oficinas em locais onde a natureza, digamos, se exibe bem. A festança das artes é organizada por uma galera determinada, que há oito anos põe os braços e ergue o festival em cidades do interior Gaúcho, dando espaço para bandas locais e de fora. 

A Geringonça já esteve no Fest Malta, em 2012, no município de Passa Sete. Foi o segundo show da trupe: 

Geringonça no palco do Fest Malta 2012. Foto: Macarena Rodriguez

Nesse ano, o Fest Malta vai lantejoulizar o parque da FEJÃO, que fica logo ali, na entrada de Sobradinho. É um lugar ótimo pra camping, pra ficar de boa com a brodagem, curtindo um som. Afinal, são essas as melhores coisas da vida. 

Obrigado aos organizadores, pelo convite e por acharem que a Geringonça merece estar no meio de tanta banda boa e de toda essa arte. A eles e ao público, a banda anuncia que o show está ensaiado e será (a la Naldo) alto-cima.


A Geringonça pisa no palco do Fest Malta 2014 na noite de sábado, por volta das 11 horas. 

Mais informações sobre local, programação e ingressos nsite do festival 
Evento no Facebook



Alô alô 2014. Estamos aí!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Com quem será, com quem será...

Ah, o Dezembro! 

O ar fino, o sol a pino, 
as lojas cheias, as contas feias. 
A pracinha ferve, o maiô não serve. 

Planos de viagem, provas finais, 
vagabundagem, trabalho demais. 
É verão, e o Noel lá, tapado de algodão! 

Tem a pia, cheínha de louça...
 ..e aniversário da Geringonça!
                                


É, já fazem 2 anos, no dia 15, que a banda subiu no palco do anfiteatro da CESMA, desmaiando de nervoso e explodindo de alegria. De lá pra cá, muitas águas tem passado por baixo das pontes, mas o nervoso e a alegria só aumentam.

No ano passado, a festança foi em um DCE abrasador, atopetado e lindo, numa celebração desse undergorund histórico e altamente energético que sempre foi a cara de Santa Maria. Aliás, que buraco faz a falta do Deque! Quando poderemos nos afundar de novo naquele antro degradante, tão nosso? A Geringonça se oferece pra ajudar no que puder.

Pois bem, pra esse ano, a festa vai ser diferente. A festa, não - as festas! 

No dia 07/12, vamos saracotear uma roda-viva abagualada no Boteco do Rosário, a partir das 21:00. Cantoria e alegria desenfreadas, gente fina, comida e bebida de qualidade. Chegue cedo, vai ser lindo!
                      

E no dia 15/12, na Praça Saldanha Marinho, os bem-certos vão participar da II Mateada Pela Vida, em favor dos portadores de leucemia e linfoma. Será uma tarde altamente divertida e solidária, no palco mais conhecido da banda (terceira vez, já), com diversos músicos e bandas santamarienses. Participe, vai ter erva, amor e água!


            


                                                     Vem, vai ter bolo!